Segundo Yuri, a Construcap estaria entre os acionistas do Grupo Triunfo, que compôs a antiga Concer, alimentando a suspeita de que, mesmo com uma nova licitação e promessas de investimentos, o estilo de gestão marcado por descumprimentos contratuais, obras paradas e má prestação de serviço possa se repetir — agora com valores mais altos nas tarifas de pedágio.
A publicação gerou repercussão nas redes sociais, com usuários manifestando preocupação com a efetividade da nova concessão, principalmente no que diz respeito à entrega da Nova Subida da Serra, ao reforço na segurança da ponte do Arranha-Céu e à melhoria geral da rodovia.
O consórcio vencedor, Nova Estrada Real, tem como obrigação contratual investir cerca de R$ 8,8 bilhões em 30 anos, com previsão de R$ 5 bilhões em obras e R$ 3,8 bilhões em operação e manutenção. A sociedade civil e representantes políticos agora cobram transparência, fiscalização rigorosa do contrato e garantias de que a rodovia, estratégica para o Estado e o município de Petrópolis, não voltará a ser sinônimo de descaso.


