A audiência pública realizada nesta segunda-feira (data implícita) escancarou uma realidade que o petropolitano já sente diariamente: é inaceitável e perigoso conviver com a lentidão nos atendimentos da ENEL.

O evento reforçou a urgência de a concessionária adaptar seus serviços à complexa realidade de Petrópolis, especialmente em vias de alta criticidade. O vereador e os representantes da Prefeitura presentes na audiência destacaram que o tempo de resposta da ENEL – que pode levar 10 horas para resolver uma ocorrência em locais como a Avenida Barão do Rio Branco – não pode ser tratado como "normal". Uma simples ocorrência elétrica paralisa a cidade, trava o trânsito, eleva o risco de acidentes e vira a rotina de milhares de pessoas "de cabeça para baixo". O Custo Social da Lentidão Petrópolis necessita e merece respostas rápidas quando a mobilidade está em jogo. Cada minuto de bloqueio em uma via crucial gera um efeito dominó de prejuízos: Atrasos nos ônibus. Trânsito preso para motoristas. Rotas improvisadas por ambulâncias. Prejuízos diretos aos trabalhadores. A CPTrans (Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes) assumiu o compromisso de continuar cobrando a ENEL de forma firme e técnica, exigindo que a concessionária adapte seus indicadores para a vida real da cidade. Isso significa mensurar o peso de uma via crítica, o custo social de um atendimento lento e o impacto direto na segurança pública. A ação na Câmara Municipal foi articulada sob determinação do Prefeito Hingo Hammes e contou com a participação do Presidente da Câmara, Vereador Júnior Coruja, demais vereadores e a equipe da ENEL, que demonstrou abertura ao diálogo. A articulação entre o Executivo e o Legislativo visa manter a pressão na concessionária, sempre priorizando as necessidades da população de Petrópolis.