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Queda de árvore no acesso à ponte de Cascatinha causou grande transtorno na quarta-feira.

O fundo, que deveria ser a rede de segurança de última instância para o pequeno poupador, vê suas reservas secarem em uma velocidade sem precedentes para cobrir o colapso de instituições ligadas ao conglomerado.

O impacto é profundo porque o FGC não possui recursos infinitos. Ao ter um terço de seu capital comprometido em um único "efeito dominó", a capacidade do fundo de reagir a novas crises em outros bancos fica severamente limitada. O mercado financeiro agora observa com lupa os próximos passos do Banco Central, enquanto investidores e correntistas começam a questionar a solidez da proteção oferecida pela garantia de R$ 250 mil. O montante bilionário drenado para tapar o buraco do Master acende o sinal amarelo para a estabilidade do crédito no país.

Para o cidadão comum, a notícia é um lembrete amargo de que a saúde do sistema financeiro é mais frágil do que as propagandas bancárias sugerem. Enquanto o rombo se aprofunda, a discussão sobre a fiscalização do Banco Central ganha força: como um esquema de tal magnitude conseguiu operar até atingir o coração das reservas do FGC? A liquidação extrajudicial é o capítulo final de uma instituição, mas para o sistema financeiro nacional, é o início de uma crise de confiança que pode encarecer o crédito e retrair investimentos em todo o Brasil.

Fonte: Infomoney